Boa noite meus caros internautas. Hoje inauguro o post semanal com as noticias rápidas do volei nacional e mundial. São as chamadas diagonais curtas que irão nos dar um panorama do que foi mais importante durante a semana. Isso mesmo, informação sucinta é com o placar sujo.
Cortada 1: Brasil vence Porto Rico jogando mal. Devemos dizer que foi burocrático, mas pera lá né, nem todo mundo acorda de bom humor todos os dias. Nem sempre se vence jogando bem também. A gente vê muito isso no esporte. Esses meninos são muito cobrados pelo Bernardo, mas fizeram o dever de casa e voltaram ao Brasil, líderes da Liga Mundial 2011.
Cortada 2: Argentina surpreende e devolve a derrota para o time da Sérvia. Com grande atuação do atacante Conte, nossa muy hermana argentina venceu por 3 sets a 0 a equipe sempre tradicional, sérvia, na cidade de Rosário, devolvendo a derrota de ontem e assim mantendo-se bem na competição. Eu achei o jogo muito bom e acho que se esse time evoluir mais, tem grandes chances de chegar a fase final.
Cortada 3: Via twitter a jogadora americana Hooker, grande destaque individual da seleção dos EUA, se oferece para jogar no Solys/Osasco. Se essa contratação sair, será a confirmação de que nossa Superliga Feminina, é a melhor do mundo, mesmo não tendo tantos times e apoio de patrocinadores. É uma grande jogadora.
Cortada 4: Presidente da CBV, Ary Graça, defende que a convocação dos jogadores de vôlei de praia, seja individual para recuperarmos as medalhas de ouro já em Londres 2012. Eu particularmente acho que perde-se o sentido da dupla, onde nem sempre os melhores jogando juntos teriam mais chance de ganhar. Tem o entrosamento, a superação, a sintonia entre as duplas que não vem de alguns treinamentos no CT de Saquarema e sim de anos jogando o circuito brasileiro e Mundial. Mas enfim, vamos aguardar novas notícias.
Cortada Final: É uma reflexão. A volta de Fernanda Venturini aos 40 anos, da Fofão continuar jogando aos 41, de experiente Ruiz de Cuba aos 33 anos e 4 olimpíadas nas costas, voltarem a jogar não é um sinal claro da falta de novos talentos no vôlei mais aguerrido e concorrido da década de 90? Cuba sofre um apagão e não tem bons resultados mundiais desde 2007. Já o Brasil, atual campeão olímpico, sofre para descobrir uma nova maestra para a distribuição das jogadas. Ana Tiemi, é jovem, mas ainda não conseguiu se firmar. Dani Lins, alterna bons e maus momentos. A Fabíola, que todo mundo acha uma boa esperança, ao meu ver, é muito limitada. Carol Albuquerque, já não é uma menina e também já passou dos 30 sem se firmar na seleção. É preciso pensar no futuro deste esporte no âmbito feminino, para que não aconteça o que aconteceu com o basquete feminino, campeão mundial em 1994, com Hortensia e Paula, depois vice olímpicas, ser apenas uma mera coadjuvante no cenário mundial, com uma liga pífia, com poucos times e sem investimento nas categorias de base. O que não ocorre no Basquete Masculino, nem no Vôlei masculino, com muitas jovens promessas se destacando no Brasil e Mundo afora.
Vou nessa meu povo, antes disso um toque lado B. O time da Argentina é uma coisa... Bem tirem suas próprias conclusões, não vou polemizar mais. Ai esse Conte lá em casa, nem te Conte...
Mengovip
Muito bom vip. Excelente post.
ResponderExcluirAcho que vou passar a comentar rugby, assim tbm posso levar pra casa
ResponderExcluiranônimo?
Muito bem escrito! tô de olho no vernáculo...rs Bjs Rê
ResponderExcluir